segunda-feira, 21 de março de 2011

Relatório das Visitas à Unidades de Ensino



Relatório da visita

Conforme quadro descrito acima foi realizado pela equipe do Núcleo de Educação uma visita as Unidades de Ensino para discutir os assuntos relacionados na 3ª coluna. Além desses assuntos e levando-se em conta a preocupação da equipe gestora com relação aos professores convocados dos processos seletivos e que estão tendo a primeira experiência com o espaço sala de aula, foi planejada uma visita emergencial para dar um suporte naquilo que a equipe da Coordenação e Formadoras possa estar contribuindo para a superação de alguns problemas e pensar soluções e planejamentos voltados para a realidade de cada escola.
O primeiro ponto positivo desta visita foi o fechamento de todos os calendários escolares e a entrega dos mesmos no Núcleo de Educação; a diagnose foi realizada em todas as escolas, por turmas e modalidades de ensino e segunda as Coordenadores (as) de Ensino no geral o resultado é positivo e as dificuldades continuam sendo as mesmas: leitura e escrita e falta de domínio das quatro operações, porém ainda não foi possível fazer a tabulação de todos os dados para enviar o relatório para a Coordenação de Ensino Básico e as Formadoras; o planejamento já é uma ação-reflexão nas escolas e o acompanhamento e superação das dificuldades dos alunos já esta sendo feito; o Plano Pedagógico com as metas solicitadas pela SEE já esta em processo de conclusão, faltando somente últimos ajustes para enviar oficialmente para o Núcleo que encaminhará os mesmos para a Diretoria de Ensino da Secretaria de Estado e Educação; 98% dos docentes participaram em 2010 das formações oferecidas pela SEE; a matrícula até março já foi repassado (conforme tabela abaixo ou em anexo); as formações já foram combinadas e o planejamento com cronogramas devem ser enviadas nos e-mail das escolas até final de março, pois as mesmas devem ser construídas com base no calendário e cronograma de planejamento de cada Unidade de Ensino; o PDE já está sendo fechado com o acompanhamento constante da Coordenadora Francicléia Derze e para encerrar essas visitas também estamos realizando uma ação que é a orientação nos planejamentos, principalmente em Língua Portuguesa e Matemática, nas escolas que solicitaram além de visitas as salas de 1º ao 5º ano, além de uma conversa com a equipe da escola de ensino médio e as informações são boas, tiveram um resultado positivo na diagnose e os docentes já estão planejando e executando aulas para superação das dificuldades detectadas.

Uma observação é com relação ao funcionamento das SALAS DE RECURSOS – programa que atende alunos Portadores de Necessidades Especiais e pelas informações doadas pela professora Ezineide do Nascimento as orientações para esse atendimento são as que estão relacionadas abaixo.

Ministério da Educação
Secretaria de Educação Especial
DIRETRIZES OPERACIONAIS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA EDUCAÇÃOBÁSICA


O Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Especial, considerando a Constituição Federal de 1988, que estabelece o direito de todos a educação; a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, de janeiro de 2008; e o Decreto Legislativo nº 186, de julho de 2008, que ratifica a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), institui as Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado – AEE na educação básica, regulamentado pelo do Decreto nº 6.571, de 18 de setembro de 2008.
DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE
A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular.
Os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, os com transtornos globais do desenvolvimento e os com altas habilidades/superdotação nas escolas comuns do ensino regular e ofertar o atendimento educacional especializado – AEE, promovendo o acesso e as condições para uma educação de qualidade.
O atendimento educacional especializado - AEE tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.
Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.
Consideram-se serviços e recursos da educação especial àqueles que asseguram condições de acesso ao currículo por meio da promoção da acessibilidade aos materiais didáticos, aos espaços e equipamentos, aos sistemas de comunicação e informação e ao conjunto das atividades escolares.
Para o atendimento às necessidades específicas relacionadas às altas habilidades/superdotação são desenvolvidas atividades de enriquecimento curricular nas escolas de ensino regular em articulação com as instituições de educação superior, profissional e tecnológica, de pesquisa, de artes, de esportes, entre outros.
Nos casos de escolarização em classe hospitalar ou em ambiente domiciliar, o AEE é ofertado aos alunos público-alvo da educação especial, de forma complementar ou suplementar.
O AEE é realizado, prioritariamente, na Sala de Recursos Multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, podendo ser realizado, também, em centro de atendimento educacional especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado com a Secretaria de Educação.
DO PÚBLICO-ALVO
Considera-se público-alvo do AEE:
a. Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
b. Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
c. Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
DO FINANCIAMENTO
De acordo com o Decreto n. 6.571/08, os alunos público alvo da educação especial serão contabilizados duplamente no FUNDEB, quando tiverem matrícula em classe comum de ensino regular da rede pública e matrícula no atendimento educacional especializado -
AEE, conforme registro no Censo escolar/ MEC/INEP do ano anterior. Dessa forma, são contempladas:
a. Matrícula na classe comum e na sala de recursos multifuncional da mesma escola pública;
b. Matrícula na classe comum e na sala de recursos multifuncional de outra escola pública;
c. Matrícula na classe comum e no centro de atendimento educacional especializado público;
d. Matrícula na classe comum e no centro de atendimento educacional especializado privado sem fins lucrativos.
DA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE
A oferta do atendimento educacional especializado - AEE deve constar no Projeto Pedagógico da escola de ensino regular, prevendo na sua organização:
a. Sala de recursos multifuncional: espaço físico, mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos;
b. Matrícula do aluno no AEE: condicionada à matrícula no ensino regular da própria escola ou de outra escola;
c. Plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas; cronograma de atendimento dos alunos;
d. Professor para o exercício da docência do AEE; e. Profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais,guia-intérprete e outros que atuam no apoio às atividades de alimentação, higiene e locomoção.
e. Articulação entre professores do AEE e os do ensino comum.
f. Redes de apoio: no âmbito da atuação intersetorial, da formação docente, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que contribuam para a realização do AEE.
A oferta do atendimento educacional especializado - AEE, no centro de atendimento educacional especializado público ou privado sem fins lucrativos conveniado para essa finalidade, deve constar no projeto pedagógico do centro, contemplando na sua organização os recursos, o plano de AEE, os professores e demais profissionais, conforme orientação da Secretaria de Educação.
Os centros de atendimento educacional especializados devem cumprir as normativas estabelecidas pelo Conselho de Educação do respectivo sistema de ensino, quanto a sua autorização de funcionamento, em consonância com as orientações preconizadas nestas Diretrizes.
DA FORMAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR
Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e formação específica na educação especial, inicial ou continuada.
São atribuições do professor do atendimento educacional especializado:
a. Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público alvo da educação especial;
b. Elaborar e executar plano de atendimento educacional especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
c. Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncional;
d. Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola;
e. Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade;
f. Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno;
g. Ensinar e usar recursos de Tecnologia Assistiva, tais como: as tecnologias da informação e comunicação, a comunicação alternativa e aumentativa, a informática acessível, o soroban, os recursos ópticos e não ópticos, os softwares específicos, os códigos e linguagens, as atividades de orientação e mobilidade entre outros; de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia, atividade e participação.
h. Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando a disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
i. Promover atividades e espaços de participação da família e a interface com os serviços setoriais da saúde, da assistência social, entre outros.
DESTAQUE
Como foi ressaltado no primeiro relatório, cada um compartilhada vai destacar pontos positivos desenvolvidos pela escola. Esse controle da frequência dos alunos é uma ação da Escola de Ensino Médio como podemos observar na planilha e tivemos a autorização da coordenação para compartilhar com as demais Unidades de Ensino. Quem tiver interessado (a) em ficar sabendo mais sobre a planilha entre no e-mail, por telefone ou no blog da escola.

Um comentário:

  1. O Núcleo Estadual de Educação junto com a equipe gestora das escolas lançaram o projeto Família-Escola para uma educação de qualidade. Nosso objetivo é informar á sociedade sobre nossa função. Visamos a possibilidade de você postar em seu blog a matéria do projeto, precisamos que a sociedade visualize o fato.
    PEÇO ENCARECIDAMENTE QUE POSTEM A MATÉRIA EM SEUS BLOGS, SEGUE ABAIXO O LINK DA POSTAGEM QUE JÁ FOI PUBLICADA PELO BLOG DA CLARIANE, QUEREMOS APENAS QUE COPIEM A POSTAGEM E POSTE EM SEU BLOG, É ESSENCIAL QUE ISSO ACONTEÇA, ASSIM VOCÊ CONTRIBUIRÁ PARA QUE NOSSO TRABALHO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO PROSPERE.

    http://clarianeoliveira.blogspot.com/2011/04/projeto-tema-familia-e-escola-por-uma.html#comments

    AGRADEÇO A ATENÇÃO,

    LUZIENE (LULA)
    Núcleo de Educação de Tarauacá (NEDUC)

    ResponderExcluir