segunda-feira, 21 de março de 2011

UNIDADES DE ENSINO/DADOS GERAIS-MARÇO


Relatório das Visitas à Unidades de Ensino



Relatório da visita

Conforme quadro descrito acima foi realizado pela equipe do Núcleo de Educação uma visita as Unidades de Ensino para discutir os assuntos relacionados na 3ª coluna. Além desses assuntos e levando-se em conta a preocupação da equipe gestora com relação aos professores convocados dos processos seletivos e que estão tendo a primeira experiência com o espaço sala de aula, foi planejada uma visita emergencial para dar um suporte naquilo que a equipe da Coordenação e Formadoras possa estar contribuindo para a superação de alguns problemas e pensar soluções e planejamentos voltados para a realidade de cada escola.
O primeiro ponto positivo desta visita foi o fechamento de todos os calendários escolares e a entrega dos mesmos no Núcleo de Educação; a diagnose foi realizada em todas as escolas, por turmas e modalidades de ensino e segunda as Coordenadores (as) de Ensino no geral o resultado é positivo e as dificuldades continuam sendo as mesmas: leitura e escrita e falta de domínio das quatro operações, porém ainda não foi possível fazer a tabulação de todos os dados para enviar o relatório para a Coordenação de Ensino Básico e as Formadoras; o planejamento já é uma ação-reflexão nas escolas e o acompanhamento e superação das dificuldades dos alunos já esta sendo feito; o Plano Pedagógico com as metas solicitadas pela SEE já esta em processo de conclusão, faltando somente últimos ajustes para enviar oficialmente para o Núcleo que encaminhará os mesmos para a Diretoria de Ensino da Secretaria de Estado e Educação; 98% dos docentes participaram em 2010 das formações oferecidas pela SEE; a matrícula até março já foi repassado (conforme tabela abaixo ou em anexo); as formações já foram combinadas e o planejamento com cronogramas devem ser enviadas nos e-mail das escolas até final de março, pois as mesmas devem ser construídas com base no calendário e cronograma de planejamento de cada Unidade de Ensino; o PDE já está sendo fechado com o acompanhamento constante da Coordenadora Francicléia Derze e para encerrar essas visitas também estamos realizando uma ação que é a orientação nos planejamentos, principalmente em Língua Portuguesa e Matemática, nas escolas que solicitaram além de visitas as salas de 1º ao 5º ano, além de uma conversa com a equipe da escola de ensino médio e as informações são boas, tiveram um resultado positivo na diagnose e os docentes já estão planejando e executando aulas para superação das dificuldades detectadas.

Uma observação é com relação ao funcionamento das SALAS DE RECURSOS – programa que atende alunos Portadores de Necessidades Especiais e pelas informações doadas pela professora Ezineide do Nascimento as orientações para esse atendimento são as que estão relacionadas abaixo.

Ministério da Educação
Secretaria de Educação Especial
DIRETRIZES OPERACIONAIS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA EDUCAÇÃOBÁSICA


O Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Especial, considerando a Constituição Federal de 1988, que estabelece o direito de todos a educação; a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, de janeiro de 2008; e o Decreto Legislativo nº 186, de julho de 2008, que ratifica a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), institui as Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado – AEE na educação básica, regulamentado pelo do Decreto nº 6.571, de 18 de setembro de 2008.
DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE
A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular.
Os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, os com transtornos globais do desenvolvimento e os com altas habilidades/superdotação nas escolas comuns do ensino regular e ofertar o atendimento educacional especializado – AEE, promovendo o acesso e as condições para uma educação de qualidade.
O atendimento educacional especializado - AEE tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.
Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.
Consideram-se serviços e recursos da educação especial àqueles que asseguram condições de acesso ao currículo por meio da promoção da acessibilidade aos materiais didáticos, aos espaços e equipamentos, aos sistemas de comunicação e informação e ao conjunto das atividades escolares.
Para o atendimento às necessidades específicas relacionadas às altas habilidades/superdotação são desenvolvidas atividades de enriquecimento curricular nas escolas de ensino regular em articulação com as instituições de educação superior, profissional e tecnológica, de pesquisa, de artes, de esportes, entre outros.
Nos casos de escolarização em classe hospitalar ou em ambiente domiciliar, o AEE é ofertado aos alunos público-alvo da educação especial, de forma complementar ou suplementar.
O AEE é realizado, prioritariamente, na Sala de Recursos Multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, podendo ser realizado, também, em centro de atendimento educacional especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado com a Secretaria de Educação.
DO PÚBLICO-ALVO
Considera-se público-alvo do AEE:
a. Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
b. Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
c. Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
DO FINANCIAMENTO
De acordo com o Decreto n. 6.571/08, os alunos público alvo da educação especial serão contabilizados duplamente no FUNDEB, quando tiverem matrícula em classe comum de ensino regular da rede pública e matrícula no atendimento educacional especializado -
AEE, conforme registro no Censo escolar/ MEC/INEP do ano anterior. Dessa forma, são contempladas:
a. Matrícula na classe comum e na sala de recursos multifuncional da mesma escola pública;
b. Matrícula na classe comum e na sala de recursos multifuncional de outra escola pública;
c. Matrícula na classe comum e no centro de atendimento educacional especializado público;
d. Matrícula na classe comum e no centro de atendimento educacional especializado privado sem fins lucrativos.
DA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO AEE
A oferta do atendimento educacional especializado - AEE deve constar no Projeto Pedagógico da escola de ensino regular, prevendo na sua organização:
a. Sala de recursos multifuncional: espaço físico, mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos;
b. Matrícula do aluno no AEE: condicionada à matrícula no ensino regular da própria escola ou de outra escola;
c. Plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas; cronograma de atendimento dos alunos;
d. Professor para o exercício da docência do AEE; e. Profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais,guia-intérprete e outros que atuam no apoio às atividades de alimentação, higiene e locomoção.
e. Articulação entre professores do AEE e os do ensino comum.
f. Redes de apoio: no âmbito da atuação intersetorial, da formação docente, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que contribuam para a realização do AEE.
A oferta do atendimento educacional especializado - AEE, no centro de atendimento educacional especializado público ou privado sem fins lucrativos conveniado para essa finalidade, deve constar no projeto pedagógico do centro, contemplando na sua organização os recursos, o plano de AEE, os professores e demais profissionais, conforme orientação da Secretaria de Educação.
Os centros de atendimento educacional especializados devem cumprir as normativas estabelecidas pelo Conselho de Educação do respectivo sistema de ensino, quanto a sua autorização de funcionamento, em consonância com as orientações preconizadas nestas Diretrizes.
DA FORMAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR
Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e formação específica na educação especial, inicial ou continuada.
São atribuições do professor do atendimento educacional especializado:
a. Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público alvo da educação especial;
b. Elaborar e executar plano de atendimento educacional especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
c. Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncional;
d. Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola;
e. Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade;
f. Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno;
g. Ensinar e usar recursos de Tecnologia Assistiva, tais como: as tecnologias da informação e comunicação, a comunicação alternativa e aumentativa, a informática acessível, o soroban, os recursos ópticos e não ópticos, os softwares específicos, os códigos e linguagens, as atividades de orientação e mobilidade entre outros; de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia, atividade e participação.
h. Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando a disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
i. Promover atividades e espaços de participação da família e a interface com os serviços setoriais da saúde, da assistência social, entre outros.
DESTAQUE
Como foi ressaltado no primeiro relatório, cada um compartilhada vai destacar pontos positivos desenvolvidos pela escola. Esse controle da frequência dos alunos é uma ação da Escola de Ensino Médio como podemos observar na planilha e tivemos a autorização da coordenação para compartilhar com as demais Unidades de Ensino. Quem tiver interessado (a) em ficar sabendo mais sobre a planilha entre no e-mail, por telefone ou no blog da escola.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Encontro no CENPEC discute leitura e produção de textos.


O Grupo de Discussão de Língua Portuguesa do Cenpec organizou uma mesa de debates com o tema "Leitura e produção de textos no ensino fundamental: desafio de todos". O evento aconteceu no dia 16 de dezembro, no auditório da entidade, e serviu de fechamento para o segundo ano de atividades do grupo, que reúne representantes de todos os projetos do Cenpec na área de Língua Portuguesa.

O encontro foi aberto com apresentações das professoras Ana Luiza Marcondes Garcia, do departamento de Linguística da PUC-SP, e Maria José Martins da Nóbrega, consultora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. A mediação foi feita pelo professor Egon de Oliveira Rangel, também do departamento de Linguística da PUC-SP.

Gênero não é estático

Em sua palestra, Ana Luiza abordou a produção de textos na escola por meio do trabalho com gêneros e os desafios que se apresentam para as atividades em sala de aula. Citando publicações da professora Elizabeth Marcuschi, da Universidade Federal de Pernambuco, e do professor Joaquim Dolz, da Universidade de Genebra, na Suíça, comparou as mudanças e os objetivos das práticas atuais para o ensino de textos: "O objetivo na escola era aprender a escrita correta, por isso a gramática normativa e a ortografia. Uma tendência que não tomava a escrita como um processo de interlocução. Nos anos de 1980 é que a redação escolar começa a ser entendida como texto, fala-se em ‘produção de texto'. Antes, todo texto tinha que ter começo, meio e fim, já que sempre era narração, descrição ou dissertação", explicou.

Ainda segundo Ana Luiza, foi apenas na segunda metade dos anos de 1990 que aparece a abordagem dos gêneros textuais. Predominava o interesse pela nomeação e classificação dos gêneros com a ideia de que eram fixos e imutáveis. "É com Bakhtin e com a escola de Genebra que nasce a importância de conceber os gêneros textuais dentro de seu contexto social e de sua condição de produção. É isso que diferencia os textos escritos ou orais: as condições de produção distintas. Gênero não é algo estático. Portanto, a proposta é preparar o aprendiz para participar de modo ativo e crítico da sociedade. Na escola, irá fazer o que faz fora", afirmou.

Ela também destacou que o trabalho com os gêneros exige que as condições de produção estejam claras: "Onde está o enunciado? Qual o objetivo pretendido? Qual o espaço de circulação? Qual é o leitor presumido? Que suporte é pressuposto? Que tom deverá ser assumido? Em que gênero escrever? Tudo isso precisa estar explicitado".

Mas a professora alerta que o ensino com gêneros não pode virar uma camisa de força ou um modismo. "Não pode ser a única concepção ou modo de trabalhar a Língua Portuguesa. Não se pode ter a ideia de que basta ensinar a escrever gêneros".



As práticas de leitura na escola: desafios

A professora Maria José Nóbrega falou da leitura na escola. Ela abriu sua exposição com uma triste constatação: "A escola ainda não conseguiu inserir os segmentos menos favorecidos da população na cultura letrada". Citando os dados do último PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), afirmou que apesar da inclusão de crianças e jovens na escola desde os anos de 1960 e 1970, nem todos os segmentos da população foram beneficiados pelas melhorias de novos processos pedagógicos implantados. "O que é difícil e perverso é que todos os avanços no âmbito da escola beneficiaram os mesmos grupos", disse Maria José.

Para a produção e compreensão de textos não bastam os conhecimentos lingüísticos, "mas os extralingüísticos", afirmou. Ela se referia aos conhecimentos que estudantes têm do mundo, que trazem do meio familiar, de seu histórico de vida, de sua formação cultural, dentre outros. Também falou de uma característica importante que diferencia a leitura das novas gerações: "Os alunos atuais tem uma intimidade com meios virtuais, o que vai de ‘link em link, estabelecendo, ele mesmo, a coerência de sua leitura. Diferentemente de antes, quando a coerência era estabelecida apenas pelo escritor do texto que se está lendo".

Com as novas propostas curriculares, organizadas em torno das práticas de linguagem, foram introduzidos na escola novos gêneros, além dos literários. Consultora da secretaria municipal de Educação de São Paulo, ela apresentou os gêneros selecionados, pelas novas propostas curriculares, para o ensino fundamental do município. Sempre contextualizado pela esfera de circulação, o trabalho prevê atividades com bilhetes de recado, criação de receitas, cartas, leitura de regras de jogos, passando por contos, poemas e fábulas até chegar a notícias, entrevistas, canções, rap, história em quadrinhos, cordel, teatro entre outros. O trabalho ainda inclui textos de requerimentos, currículos e uma entrevista profissional.

Quando falou do tipo de texto literário que deve circular pela escola, defendeu a necessidade de utilizar tanto textos clássicos quanto contemporâneos. Maria José também ponderou o cuidado para não se tomar o ensino de leitura apenas com fins utilitários.

Escola é parte da vida, da sociedade e da cultura

Depois da participação do público, o encerramento do encontro foi feito pelo professor Egon de Oliveira Rangel, que falou da "importância em articular as questões cotidianas da escola com o pensamento de ponta da academia".

Para Egon, esse tipo de discussão reabre espaço para pensar a escola como parte da vida, da sociedade e da cultura. "É bom voltar a entender porque razão a escola faz parte da vida e da cultura. É importante para o nosso trabalho. Por isso é preciso ponderar o peso das camadas populares e das culturas populares para rearticular o currículo com a vida em sociedade".

O professor também criticou o que chamou de "privilégio absoluto" das avaliações sistêmicas. "Elas exorbitaram, antes eram para trazer informações para os gestores e hoje pautam os gestores", afirmou.
Texto retirado da Comunidade Virtual Escrevendo o Futuro.

É preciso ensinar gramática? Sim ou não?

Por muito tempo defendeu-se o Ensino da Gramática, em sala de aula eram trabalhados intermináveis exercícios de classificação de sujeito, predicado, identificação de verbo, de complementos verbais e nominais, de adjuntos, predicativos, orações e por aí afora. Os alunos no final do Ensino Médio até sabiam fazer uma análise morfológica ou uma análise sintática do período simples ou composto, mas, e a produção textual? Como ficava a língua em uso? Como estes alunos se saíam em uma entrevista de emprego? E a interpretação de textos, a leitura de mundo, os conhecimentos do uso corrente da língua como instrumento de inserção e ascensão social? Hoje, com os PCN's e as novas formas de avaliação do ensino tanto a nível de mundo como de país, os professores mudaram um pouco esta concepção, embora muitos ainda insistam em trabalhar com uma gramática descontextualizada e vazia de sentidos para o estudante.Os cursos de graduação têm contribuído um pouco para mudar este quadro, no entanto, acredito que ainda vá demorar um pouco até que o Brasil apresente melhor desempenho nas avaliações de linguagem. E você o que acha? Deixe seu comentário.

terça-feira, 15 de março de 2011

CURIOSIDADES DA PROVINHA BRASIL

Quem participa da Provinha Brasil?

A Provinha Brasil avalia o Processo de Alfabetização de crianças matriculadas no 2º ano do Ensino Fundamental.
Qual o objetivo da Provinha Brasil?

O objetivo da Provinha Brasil é fornecer um diagnóstico sobre o processo de alfabetização dos alunos aos professores e gestores das redes públicas de ensino, permitindo intervenções mais precisas ao longo deste processo.


O que a Provinha Brasil avalia?


A Provinha Brasil avalia as habilidades relacionadas ao processo de alfabetização. Como nem todas as habilidades a serem desenvolvidas durante o processo de alfabetização são passíveis de verificação em uma prova objetiva, foram selecionadas aquelas habilidades consideradas essenciais que podem ser avaliadas por meio deste instrumento.

Como entender os resultados da Provinha Brasil?
A Provinha Brasil oferece uma escala para interpretação dos resultados, que pode ser analisada pelo próprio professor ou representantes das realidades de ensino onde a Provinha é aplicada.
A partir do número de acertos é possível identificar em qual nível de desempenho cada aluno se encontra. Cada nível demonstra as habilidades em alfabetização já consolidadas e aquelas que ainda devem ser desenvolvidas.

Como a Provinha Brasil chega ao seu município?

A Provinha Brasil é elaborada pelo INEP, e distribuída pelo MEC/FNDE, no início e ao final do ano letivo, para todas as secretarias de educação municipais, estaduais e do Distrito Federal que ficam responsáveis pela aplicação.

O que tem de novo?

O Kit da Provinha Brasil foi reformulado. Além disso, a partir do 2º semstre de 2011 será distribuído o kit da Provinha Brasil de Matemática.

1- Caderno do Aluno: caderno de teste com as questões que serão aplicadas para os alunos;
2- Guia de Aplicação: caderno com as questões que serão aplicadas e todas as orientações para a correta aplicação;
3- Guia de Correção e Interpretação dos Resultados: caderno que apresenta as habilidades avaliadas ( Matriz de Referência), além de todas as orientações para corrigir e interpretar os resultados;
4- Reflexões sobre a Prática: caderno que estabelece relação entre resultados da Provinha Brasil e as políticas e os recursos disponibilizados pelo governo federal.

PROVINHA BRASIL


• Essa avaliação se diferencia das demais, porque fornecerá resposta diretamente aos alfabetizadores e gestores da escola, reforçando assim a idéia de uma avaliação diagnóstica como um instrumento pedagógico;
• As informações produzidas pela Provinha Brasil ajudem a escola na elaboração e (re) orientação de metas pedagógicas e administrativas que visem à melhoria da qualidade de ensino;
• Ressaltar que os professores e a equipe escolar devem conhecer todos os documentos que compõem o Kit da Provinha Brasil;
 Caderno de Teste do Aluno- caderno com as questões que serão respondidas pelos alunos (passou de 24 para 20 questões);
 Guia de Aplicação – caderno com os procedimentos de aplicação e as questões a serem aplicadas aos alunos;
 Guia de Correção e Interpretação de Resultados- principais informações: objetivos e a metodologia;
 Reflexão sobre a Prática- estabelece relação entre os resultados da Provinha e as políticas e recursos pedagógicos ou administrativos que podem auxiliar na melhoria da qualidade nessa etapa do ensino;
• A aplicação e a correção dos testes, assim como a utilização dos resultados, são de responsabilidade dos gestores da escola;
• A data para ser aplicada é dia 18 de março (sexta-feira);
• Recebimento da Ficha de Correção até dia 25 de março (sexta-feira);

quinta-feira, 10 de março de 2011

RELATÓRIO DA 1ª VISITA ÀS UNIDADES DE ENSINO

Como pode ser observado pela rotina abaixo, conclui a primeira visita as Unidades de Ensino que, aliás, foi informal e quero antes de qualquer registro parabenizar os diretores, coordenadores de ensino e pedagógicos, juntamente com o seu corpo docente pelo trabalho que já foi desenvolvido em duas semanas de aula. Destaco que as escolas já realizaram - mesmo como todos os entraves de lotação por conta dos concursos e atraso no fechamento dos quadros de professores - seus planejamentos, diagnose inicial e outros trabalhos necessários para o bom funcionamento da escola e assim deram a largada para o ano letivo de 2011.

A sensação de acolhimento foi grande em todas as Unidades de Ensino – a rede estadual tem 8 (oito) escolas localizadas na zona urbana, e em cada uma podemos observar a cidadania sendo construída.

No decorrer dessas visitas os itens que foram listados para essa conversa, quase todos já estão contemplados e os que não foram estão em processo de construção e fechamento, isso é um reflexo do compromisso que a equipe da escola tem com a educação de Tarauacá.

Foi observado que há uma afinidade no trabalho desenvolvido pela equipe gestora, principalmente nas ações pedagógicas, porém, ainda há centralização no que se referem ao trabalho administrativo, muitas vezes a coordenação deixa de fazer sua parte que é pedagógica para fazer trabalho que é de competência da administração, outro problema detectado foi à falta de tempo dos docentes para o planejamento, o principal motivo é o acúmulo de serviço, como dupla jornada de trabalho.
Quero ressaltar uma escola localizada em um bairro considerado por muitos setores da sociedade como periférico e problemático, porém, conforme vocês podem ver pela foto, esta de parabéns pelos jardins e pela educação incutida nos alunos pela conservação dos espaços da escola, isso é só um ponto observado, todas as Unidades de Ensino produz materiais e constrói espaços belos de se ver.
Essas fotografias são partes dos jardins que existem dentro da escola Rosaura Mourão, e eles são belos e conservados, as crianças não arrancam folhas nem flores, é a educação ambiental sendo feito fora da sala de aula. Vivemos um momento em que a conservação do meio ambiente é fundamental para uma melhor qualidade de vida. Parabéns a escola, esse é o primeiro passo para a formação de um cidadão sensível ao da vida.
“A responsabilidade social e a preservação ambiental significam um compromisso com a vida.” (João Bosco da Silva)
ROTINA DA SEMANA
SEMANA DO DIA 28/02 A 04/03/2011
UNIDADE DE ENSINO DATA HORARIO
Tupanir Gaudêncio da costa 28/02/2011(segunda-feira) 14h
Rosaura Mourão 28/02/2011(segunda-feira) 16h
Insituto São José 01/03/2011(terça-feira) 8h
João Ribeiro 01/03/2011(terça-feira) 14h30min./ 19h
Plácido de Castro 01/03/2011(terça-feira) 15h30min.
Dr. Djalma da C. Batista 02/03/2011(quarta-feira) 8h
Delzuite Barroso 02/03/2011(quarta-feira) 9h30min.
Reunião com os Formandos do PEDEaD 02/03/2011 (quarta-feira) 15h
Reunião com EJA 02/03/2011(quarta-feira) 16h
Edmundo Pinto 03/03/2011(quinta-feira) 8h30min.
Capacitação do PORONGA 04/03/2011(sexta-feira) 14h- participar para conhecer o funcionamento do PROGRAMA
Obs. Conversar com a equipe gestora sobre: calendário escolar, matrícula inicial, resultados finais 2010 – pegar Instrumento 1 do PDE, ver quadro de lotação dos docentes – ver necessidades, planejamento inicial, cronograma de planejamento, EJA – como foi o planejamento , Plano de Ação , Plano Pedagógico e Cronograma de planejamento e principalmente o Plano de Ação elaborado pela equipe pedagógica do Núcleo de Educação, Projeto “Família e Escola – unidos pela educação” e documento elaborado pelas equipes gestoras do núcleo e das escolas visando dinamizar os trabalhos pedagógicos e administrativos como também a melhoria na qualidade do ensino oferecido por todas as escolas da rede estadual entre outras informações pertinentes.

Luciene Nunes Calixto
Coordenadora de Ensino Básico

sexta-feira, 4 de março de 2011

8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER


MULHERES


Que amam e são amadas, que odeiam e são odiadas, queridas e paparicadas,
sofridas e maltratadas, trabalhadoras e desempregadas, alegres e tristes,
fiéis e amantes, elegantes e maltrapilhas... simplesmente mulheres. Mulheres
esposas e namoradas, acolhidas e desamparadas, religiosas e descrentes, sem
graça e envolventes, ricas e pobres, educadas e esnobes, sérias e
espalhafatosas, serenas e gostosas... simplesmente mulheres. Mulheres amigas,
companheiras, colegas de trabalho, parceiras, honestas, inteligentes e
analfabetas, ousadas e discretas, jovens e adultas, senhoras e crianças,
lindas e sedutoras, mães e filhas... simplesmente mulheres. Mulheres fortes e
fracas, felizes e mal amadas, casadas e solteiras, prostitutas e virgens,
poetas e cantoras, enfermeiras e secretárias, empresárias, operárias e
garis, formadas e aprendizes, violentadas e humilhadas... simplesmente
mulheres. Mulheres da cidade e da floresta, lavadeiras e doutoras, feias e
sedutoras, deputadas, senadoras e assalariadas, agricultoras e artistas,
frentistas e policiais, negras e brancas, mulatas e amareladas, entendidas
e saradas, temperamentais e finas... todas são simplesmente mulheres.
(Poeta Edy wilson Silva )

Esta é nossa homenagem a todas as mulheres.

Feliz Dia Internacional da Mulher!

quarta-feira, 2 de março de 2011

CENSO ESCOLAR

Dia 1º de março, na Escola João Ribeiro, às 15 horas, realizou-se um encontro com os coordenadores administrativos das Unidades de Ensino e técnicas da SEE - Elba e Luzineide, para orientar e tirar as dúvidas com relação ao fechamento do censo 2010.
Foi pedido também que cada escola que recebeu sua senha, teste e avise se conseguiu entrar na plataforma.
Foram dadas as seguintes orientações:

* Com relação a Educação Infantil, como não tem movimento e sim apenas rendimento, o aluno que irá prosseguir deve ser marcado SM e os alunos que não, marcar tranferidos.

* Quando alocar os alunos, deve-se fazer o procedimento de alocar-salvar e fechar a turma.
* Aluno que foram inseridos em turmas erradas, não terão como retificar.

* Alunos de EJA devem ser marcados com a opção SI ( sem informação).

* Turmas de AEE não precisa informar, eles constam na turma de origem.

AVISO:

Último dia do Censo - 11 de março.
Cronograma:
1- Coleta - 01 de fevereiro a 11 de março de 2011.
2-Divulgação na página do INEP - 14 de março.
3- Período de retificação - 14 a 31 de março.
4- Verificação internas no INEP - 1º a 8 de abril.
5- Divulgação final na página do INEP - 12 de abril de 2011.